A tendência ainda não tem contornos exatos no Brasil. “Estudos sobre o assunto vêm sendo realizados principalmente em países desenvolvidos. Aqui, existem pesquisas isoladas, e não podemos, a partir delas, extrapolar para uma população inteira”, alerta Flávia Carvalho, membro da coordenação de prevenção e vigilância do Inca. Coordenador do departamento de uro-oncologia da Sociedade Brasileira de Urologia, Maurício Cordeiro não acredita haver no país aumento significativo nos casos de câncer de próstata, por exemplo. Ainda assim, ele reforça a velha dica: homens com antecedentes familiares com esse quadro, ou que fazem parte da população negra, mais afetada, devem buscar os exames a partir dos 45 anos.

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