Atualmente, além do SUS, é possível ter acesso ao medicamento no atendimento particular, mas, em ambos, o procedimento é semelhante. O paciente tem que testar sífilis, colher preventivo anal de seis em seis meses, e fazer uma pesquisa de ISTs na urina e na cavidade oral. Nos Estados Unidos, a FDA, o equivalente à Anvisa, aprovou uma PrEP injetável, que seria tomada duas vezes ao ano, como uma vacina.

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