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Condenado em processo de Collor critica Moraes – 25/04/2025 – Poder

O diretor-executivo da Organização Arnon de Mello, Luís Pereira Duarte Amorim, condenado no mesmo processo que Fernando Collor, esteve na superintendência da Polícia Federal em Alagoas na manhã desta sexta-feira (25). Ele não foi liberado para visitar o presidente, que está passando por audiência custódia.

Amorim disse que estava vindo fazer uma visita de cortesia ao ex-presidente e criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de prendê-lo. Ele deve retornar após o fim da audiência de custódia.

“Estão vendo esse lado da decisão monocrática, uma vez que era colegiada, mas está sendo revisto e, lógico que oportunamente, será visto. Vim fazer uma visita a ele [Fernando Collor]. Ele estava em Maceió, mas não estive com ele. Ele está aqui há um dia apenas e estava em retorno a Brasília para se apresentar”, afirmou.

Pela decisão de Moraes, Amorim terá que cumprir penas restritivas, como limitações aos finais de semana e prestação de serviços à comunidade, em instituição a ser definida durante execução penal.

“É uma coisa normal, prevista no processo normal e uma coisa que foi imposta, tem que ser cumprida”, disse Amorim.

A defesa de Collor pediu nesta sexta-feira (25) ao STF que o ex-presidente seja transferido para prisão domiciliar em razão da idade avançada e dos problemas de saúde que enfrenta.

Collor tem 75 anos e, segundo a defesa, faz tratamento contra a doença de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar. O ex-presidente faz uso diário de medicações e tem visitas médicas periódicas.

“Além da idade avançada de Fernando Collor e de estar acometido de comorbidades graves […], há que se observar a ausência de qualquer risco de reiteração delitiva, bem como a inexistência de periculosidade para a ordem pública ou econômica”, diz o advogado Marcelo Bessa em petição ao Supremo.

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