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esse tipo de fone pode causar danos auditivos irreversíveis


Além de danos permanentes, esse hábito pode gerar sintomas como zumbido, sensação de ouvido tampado e dificuldade para compreender sons agudos. Para entender os riscos da exposição a longo prazo, o TechTudo conversou com o Dr. Carlos Eduardo Borges Rezende, otorrinolaringologia do Centro Universitário FMABC e com a fonoaudióloga Pâmela Oliveira, formada pela UFRJ. A seguir, você conhece em detalhes como o som age no seu ouvido, por que o risco é quase imperceptível no início, o que diz a ciência e as principais recomendações médicas, além de dicas práticas para prevenir danos em sua audição.

O som se propaga pelo canal auditivo até alcançar o tímpano, uma fina membrana que vibra em resposta às ondas sonoras. Essas vibrações são transmitidas pela cadeia de ossículos: martelo, bigorna e estribo, e chegam à cóclea, na orelha interna, onde a energia mecânica é convertida em sinais elétricos.

“As ondas sonoras, a partir do momento que atingem o canal auditivo, passam pelo sistema tímpano-ossicular. A partir do movimento deste mecanismo, há a movimentação dos líquidos dentro da cóclea, que é o órgão da orelha interna onde estão situadas as células da audição. Essa estimulação leva a liberação de neurotransmissores, formando uma mensagem sonora enviada, através do nervo coclear ao sistema nervoso central”, complementa a fonoaudióloga Pâmela Oliveira.

Organizações, como a OMS, alertam que 1,1 bilhão de jovens estão em risco de perda auditiva por exposição a ruído, incluindo fones de ouvido. O protocolo internacional sugere não ultrapassar 80 dB por mais de duas horas diárias e fazer pausas a cada 30 minutos de uso contínuo. Uma boa dica é alternar com fones de concha, que geram menos pressão no canal auditivo.

Além disso, a própria OMS estabelece tabelas que correlacionam níveis de pressão sonora ao tempo de exposição seguro. Exposições de 95–100 dB devem ser limitadas a 1–2 horas, enquanto ruídos de 105–110 dB não devem ultrapassar 15–30 minutos. A fonoaudióloga Pâmela Oliveira reforça que, mesmo com diretrizes, “é sempre necessário cuidado auditivo e tempo de exposição controlado, evitando ao máximo esses fatores”.



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