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Governo aprova novas taxas e aumenta gastos públicos



O cenário econômico é marcado por um forte avanço do governo sobre arrecadação e despesas. Enquanto a Câmara aprova a taxação de streamings e um reajuste de 24% para o Judiciário, novas discussões sobre o trabalho por aplicativo e o crescimento da renda de autônomos redefinem o mercado de trabalho. No plano macroeconômico, a expectativa é de manutenção da taxa Selic diante do risco fiscal e da inflação.

Governo avança com novas taxas e aumento de gastos

A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base para tributar streamings. Serviços como a Netflix passarão a ser taxados. Paralelamente, o senador Renan Calheiros propôs uma manobra para o governo taxar fintechs e empresas de apostas. A medida está atrelada a uma proposta de isenção de Imposto de Renda.

Do lado das despesas, a Câmara aprovou duas medidas importantes. Foi autorizado um estouro bilionário para gastos com a defesa do governo. Além disso, foi aprovado um reajuste de 24% para os servidores do Judiciário. A proposta de aumento salarial partiu originally do STF.

Por fim, a reforma tributária segue em pauta com possíveis impactos. A criação de um “CPF dos imóveis” pode aumentar o valor do IPTU em todo o país.

Mercado de trabalho tem novas discussões e mudanças na renda

O debate sobre a regulamentação do trabalho por aplicativo teve novidades. O deputado federal Guilherme Boulos admitiu erros da esquerda na abordagem do tema. Ele sinalizou a necessidade de uma nova perspectiva para a discussão.

Enquanto isso, a renda dos trabalhadores autônomos cresce mais rápido. O aumento supera o de trabalhadores com carteira assinada. No setor corporativo, a Petrobras anunciou um novo plano de demissão voluntária (PDV). O programa definirá quantos funcionários poderão aderir.

Relações com EUA e juros marcam o cenário econômico

No cenário internacional, o Brasil continua sob tarifas de 50%. Elas foram impostas aos produtos brasileiros pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump.

Internamente, a expectativa é de manutenção da taxa Selic. A inflação e o risco fiscal devem impedir uma queda dos juros pelo Copom. A decisão será tomada na próxima reunião do comitê.

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Conteúdo gerado por inteligência artificial com base em material da Gazeta do Povo, e submetido a revisão factual. Por se tratar de uma tecnologia experimental, podem ocorrer imprecisões. Relate qualquer erro para: [lab@gazetadopovo.com.br].



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