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Governo deve voltar a cobrar vistos para turistas norte-americanos a partir de 10 de abril



Não há sinalização dentro do governo de que, desta vez, o prazo será novamente adiado. Isenção para esses países foi aplicada no governo Jair Bolsonaro, mas Lula revogou baseado no princípio da reciprocidade. A partir de 10 de abril de 2025, o governo brasileiro deve voltar a exigir visto de entrada para turistas dos Estados Unidos, Canadá e Austrália.
Isso porque, em 9 de abril de 2024, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou um decreto prorrogando por mais um ano a isenção de vistos para cidadãos desses três países. O prazo acaba, portanto, no mês que vem.
Desta vez, não há previsão dentro do governo para uma nova prorrogação.
O setor do turismo é contra a medida. O argumento é que a medida diminuirá o volume de turistas vindo desses locais.
O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) derrubou, unilateralmente, a exigência de vistos para viajantes dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália
Mas o governo Lula foi no sentido contrário, com base no princípio da reciprocidade, já que Estados Unidos, Canadá e Austrália exigem visto de brasileiros.
A decisão do governo Lula de exigir vistos para Estados Unidos, Canadá e Austrália deveria ter entrado em vigor em 1º de outubro de 2023.
Mas após pressão e problemas no atendimento aos turistas desses países, o prazo foi adiado sucessivas vezes.
Histórico do caso
🔹 Março de 2019 – O governo Jair Bolsonaro suspende, de forma unilateral, a exigência de visto para turistas dos EUA, Canadá, Austrália e Japão.
🔹 Maio de 2023 – O governo Lula anuncia a retomada da cobrança para os três primeiros países, mas mantém a isenção para o Japão, que liberou a entrada de brasileiros sem visto para viagens de até 90 dias.
🔹 Outubro de 2023 – Data prevista para a volta da exigência, adiada para janeiro de 2024.
🔹 Janeiro de 2024 – Novo adiamento empurra a data para abril de 2024.
🔹 Abril de 2024 – Com nova prorrogação publicada em decreto, a cobrança passa a valer a partir de 10 de abril de 2025.



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