
Mark Zuckerberg, CEO da Meta
REUTERS/Manuel Orbegozo
A Meta cortou 1.500 cargos da equipe de metaverso, informou nesta quarta-feira (14) o jornal The Wall Street Journal. Segundo a reportagem, a decisão afeta cerca de 10% do setor conhecido como Reality Labs.
Ainda de acordo com o jornal, a empresa já planejava reduzir o orçamento da área ao menos desde dezembro por entender que ela não cresceu como esperado.
Procurada pelo g1, a Meta disse que não comentará o assunto.
O metaverso chegou a ser apontado como o futuro da empresa pelo bilionário Mark Zuckerberg. Em 2021, ele anunciou que a companhia que controla Facebook, Instagram e WhatsApp deixaria de se chamar Facebook Inc. e se tornaria Meta.
A Horizon Worlds, plataforma imersiva com foco no metaverso, não se tornou popular e tinha “apenas” 200 mil usuários em 2022, segundo o The Wall Street Journal – o Instagram, por exemplo, tem 3 bilhões de usuários.
Agora, a atenção da Meta está voltada à inteligência artificial. A empresa anunciou em novembro de 2025 que pretende investir US$ 600 bilhões em data centers de IA nos Estados Unidos.
A companhia também anunciou na última segunda-feira (12) a nomeação de Dina Powell McCormick como sua presidente. Ela vai trabalhar com Zuckerberg, que atua como CEO da Meta.
McCormick é ex-assessora do presidente americano Donald Trump e, de acordo com a Meta, vai se concentrar na busca por financiamento para a companhia no setor de IA, em particular a construção de data centers.
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