Batizada de zimislecel, a terapia foi desenvolvida por pesquisadores do Hospital Geral de Toronto, no Canadá, em parceria com a Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Ela utiliza células-tronco pluripotentes que são transformadas em ilhotas pancreáticas em laboratório — ou seja, estruturas especializadas na produção de insulina — e depois implantadas no organismo dos pacientes.

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