A obra, escrita pelo jornalista francês Christophe Henning, reconstrói os bastidores da eleição do americano ao trono de Pedro e mergulha nas dificuldades que ele terá que enfrentar.
O livro também conta que, durante a infância, Leão XIV gostava de brincar de padre. Cobria a tábua de passar roupa com uma toalha de mesa e rezava orações em latim e inglês a sua família, como uma missa. E levava aquilo muito a sério.
Veja abaixo um trecho exclusivo:
“Ao longo de seu percurso – para não dizer “sua carreira” –, Robert Francis Prevost acumulou muitas responsabilidades, a ponto de preencher todos os requisitos aos olhos dos cardeais: um homem de ação, próximo aos pobres, conhecedor da Cúria, um elo entre o Norte e o Sul, um religioso poliglota… O arcebispo Prevost é fluente em inglês, italiano, português, espanhol, um pouco de francês e alemão, latim… A única coisa que poderia ter freado sua eleição era seu déficit de mídia. Mas, depois de um carismático papa argentino que “estourou a tela”, muitas vezes correndo o risco da provocação, a serenidade de Leão XIV poderia ajudar a unir a Igreja”.

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